
Em nota divulgada pela Sociedade Imperatriz de Desportos, através de suas redes sociais oficiais, na manhã deste domingo (06), o clube da região Tocantina acusa o Maranhão de antijogo, numa tentativa de amenizar as violências sofridas pelos atletas dentro de campo no Estádio Frei Epifânio da Abadia.
Mais uma vez, o Maranhão vem a público falar sobre o despreparado do árbtitro Maykon Matos Nunes na condução da partida entre Imperatriz e Maranhão. A falta de critérios, bem como o despreparo da arbitragem levou a situações nunca antes vistas no futebol maranhense, o que deveria aproximar e unir todos os clubes do estado em prol de uma reciclagem geral nos quadros de arbitragem.
A punição para condutas de antijogo vão desde cartões amarelos, a multas para as instituições responsáveis, não passando, em nenhum momento, por violência envolvendo arbitragem e atletas.
É de suma importância que se analisem todos os vídeos da partida, as falas das transmissões e o comportamento da torcida, este último repudiado inclusive pelo Imperatriz. Ainda sobre o racismo sofrido pelo atleta Railson, o Maranhão espera uma conduta digna e ética do Imperatriz na identificação do torcedor, para que não seja necessário o pedido de interdição do mando de campo do Frei Epifanio, importante praça do interior do estado.
O Maranhão reitera que seguirá tomando as medidas legais cabíveis, e conta com o apoio da torcida maqueana e de todas as agremiações maranhenses, para que atitudes como esta não se repitam em nosso futebol.
Avante, Maranhão.