
As ações foram autorizadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Nunes Marques.
O STF determinou o bloqueio de 24 milhões de reais em contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas suspeitas de integrar a organização criminosa.
O objetivo é interromper a movimentação de valores de origem ilícita e preservar ativos para eventual reparação aos cofres públicos.
Os investigados podem responder pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitações e contratos administrativos, além de lavagem de dinheiro.